sábado, 30 de abril de 2011
Mimos do Mês: Abril!
O primeiro mimos do mês em vídeo! Sei que não é 1º de maio ainda, mas como não vou ganhar mais nada mesmo e sou um bocado ansiosa eu resolvi gravar já.
Com o rosto totalmente sem maquiagem e com muito sotaque do interiorrrrr, espero que gostem mesmo assim. Ah, também não consigo falar sem ficar fazendo caras e bocas, então faz de conta que ninguém reparou..haha.
E podem perguntar a vontade sobre qualquer detalhe do vídeo nos comentários^^ E quem não tiver pergunta comente mesmo assim!
beijos
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Resenha: As meninas
Não sei se comentei aqui ou apenas com algumas amigas que este ano eu pretendia ler alguns livros clássicos... e pra começar essa meta eu escolhi "As meninas", da Lygia Fagundes Telles. Espero que gostem da resenha:
As meninasAutora: Lygia Fagundes Telles
Editora: Livraria José Olympio (1ª. edição)
Sinopse: Não foram muitos os escritores que, no auge da ditadura militar no Brasil, abordaram em seus textos temas como a repressão e a tortura e escreveram obras de contestação como As meninas , de Lygia Fagundes Telles. Livro árduo, dolorido e lindo, As meninas relata os conflitos no relacionamento de três jovens que têm entre si um ponto em comum, a solidão, e como pano de fundo os governos militares. Três universitárias compartilham com algumas freiras um pensionato em São Paulo. Ana Clara gosta de um traficante e vive drogada. Lia briga contra o regime. Lorena, filhinha de papai, ajuda as outras duas com dinheiro. Lia se envolve com Miguel, que é preso e trocado por um diplomata. Sem ligar para a política ou as drogas, Lorena se apaixona por um médico casado e pai de cinco filhos. Um enorme espaço separa o universo das pensionistas e seus dramas das religiosas, que se apavoram com a liberdade das três moças. Cada uma das personagens é um poço de conflitos e monólogos interiores que vêm à tona através das confidências íntimas de cada uma e que se ligam à miséria política e cultural da época. O texto de Lygia Fagundes Telles não cai na vulgaridade, não se banaliza apesar do tema. A linguagem é coloquial e expressiva e os diálogos abandonam as conveniências formais. As meninas de Lygia são, afinal, as jovens do nosso tempo, saídas da adolescência e ingressando na plenitude da mocidade. Nada mais atual. Apontada pela crítica como um sucesso absoluto, As meninas é uma obra que resultou do esforço de três anos de trabalho dessa autora perseverante, que valoriza a palavra e mostra, através de seus textos, a luta de todos nós em defesa da liberdade;
Minha sinopse/opinião: Como descrito na sinopse acima, o livro conta a história de 3 meninas que vivem juntas num pensionato de freiras. Lorena é a moça rica que é apaixonada por um médico casado e pai de 5 filhos e vive a espera de um telefonema dele... ela representa no livro a classe rica do país, que na época da ditadura militar parecia ser sonhadora demais e não ter conhecimento da real situação. Lia é uma filha de uma brasileria com um alemão ex-nazista que batalha contra o regime da época, tanto que tem como namorado um preso político. E a última das amigas é Ana Clara, uma doidinha completa, viciada em drogas, namora com um traficante e em suas alucinações fica tendo delírios do seu passado triste... ela é a representante da classe média da época, que é meio alienada da situação. A história do livro em si é muito legal, só não curti muito o final. Outro problema, não sei se isso é dos livros mais antigos ou só desse, é que a autora faz uma narrativa muito confusa, em um parágrafo a narradora é Lorena, depois Ana Clara, depois Lia, depois a própria autora em terceira pessoa, tudo isso sem nos avisar/sem ter uma separação, o que torna o livro um bocado difícil de ser entendido pelo menos no primeiro capítulo, onde você ainda não conhece direito as personagens e as características de cada uma. Posso dizer que gostei sim do livro, mas não tanto quanto eu esperava quando ouvi tantas críticas legais a respeito dele e por este motivo o escolhi para ser minha primeira leitura mais clássica. Achei a ideia muito interessante, mas a linguagem é cansativa demais. A leitura, pelo menos pra mim, foi maçante, e só peguei gosto mesmo pra saber o que ia acontecer quando o livro estava quase no final, e o final foi tão sem graça pra mim, a partir daquele ponto acho que faltou pelo menos umas 10 páginas, de desfecho das histórias de duas das meninas que eu achei que não ficaram bem esclarecidas. Por esse motivo nem sei se devo recomendar o livro, acho que vocês devem ler só se estiverem mesmo com vontade de conhecer esse estilo mais "antigo" de literatura e porque é sempre bom ler coisas que não estejam necessariamente na prateleira de lançamentos né?
megaa bjoo
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quinta-feira, 21 de abril de 2011
Foto de quinta #3
Na foto: Peixe assado com batatas.
Feriado de Páscoa chegando e todo mundo pensando no tal do bacalhau [ou quase todo mundo]. Muitos católicos acreditam que não se deve comer carne na sexta feira da paixão [amanhã], outro mais radicais ainda passam a quaresma toda sem comer carne [desde a quarta feira de cinzas até o domingo de Páscoa]. Pra mim isso é indiferente... não sou católica e mesmo quando era aqui em casa esse costume nunca reinou. Os católicos que me perdoem, mas pra mim não faz muito sentido porque peixe também é carne, não é?
Mas deixando os costumes de lado, aqui em casa tem peixe pelo menos 1 vez por semana. Papai ama pescar e aqui em casa sempre tem peixe no congelador limpinho, pronto pra ser preparado como preferir. Acho que é melhor do que comprar no mercado, já que aí a gente tem certeza que tava super fresco mesmo, pois saiu direto do tanque para nosso congelador. Mas pra quem for comprar acho que todo mundo já ouviu as dicas da carne estar bem firme, as escamas não devem estar soltando, coisa e tal.
Eu particularmente adoro peixe [e todos os frutos do mar]. O jeito que mais gosto é esse: assado com umas batatas em baixo e temperado com sal, limão e alho.
E vocês, gostam de peixe?
beijos
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Primeiro vídeo
terça-feira, 12 de abril de 2011
Resenha: O mundo de vidro
Autor: Maurício Gomyde
Editora: Porto 71
Sinopse:Até onde pode ir a paixão de uma pessoa por outra? Como, quando e por que começa? Até que ponto pode-se cometer alguma loucura para fazer parte da vida de alguém? Quais as consequências da paixão avassaladora incompreendida? Nesse seu primeiro e hilariante romance, Maurício Gomyde retrata o cotidiano de um cidadão normal como tantos que se vê por aí em qualquer canto, tentando responder estas aparentemente simples perguntas. Passeando com extrema facilidade tanto pela liguagem refinada e sutil quanto pela tosca, Maurício Gomyde nos brinda com um livro de leitura fácil e extremamente agradável.
Minha sinopse/opinião: O mundo de vidro é uma espécie de “chic-lit masculino”. O livro conta a história d’Ela e d’Ele (isso mesmo, sem nomes, o que é muito legal). Ela pensa ter uma vida perfeita, com ótima carreira e namorado dos sonhos (apenas pensa). Ele é um cara totalmente solitário e muito inseguro, pensa que foi feito para ser sozinho, até que ele vê Ela pela primeira vez no metrô e se apaixona, e aí passa a fazer de tudo para se aproximar d’ Ela e conquistá-la. E aí entra a parte “chic-lit”... Ele começa a fazer uma atrapalhada atrás da outra para se aproximar d’ Ela, e todas essas cenas são muito bem narradas, o que faz a gente rir sozinha a cada parágrafo lido. Até em um momento difícil da vida d’Ela, onde Ele deve ser solidário, Ele não consegue agir sem se atrapalhar. Muito divertido mesmo. Fora as coisas que Ele odeia e fala que ama/faz só para querer ter pontos em comum com Ela. Tem uns trechos no livro que o autor cita umas palavras meio xulas, pode ser que quem leia se incomode um pouco, mas eu não vi problema porque é uma narrativa de um homem estilo meio “Homer Simpson” e se este personagem só falasse/pensasse com palavras politicamente corretas ia ficar meio estranho/meio falso. E pra terminar, o que eu digo é que amei o livro e super recomendo para todo mundo. É garantia de ótimas risadas.terça-feira, 5 de abril de 2011
Shampoo e condicionador granado sete ervas
Hoje venho falar pra vocês sobre esses dois produtinhos que ganhei da Granado no meu aniversário do ano passado. Ficou um bom tempo encostado dentro do meu guarda-roupa, já que é muito difícil pra mim abrir mão de produtos específicos para cabelos cacheados ou secos, e estes que ganhei eram apenas para cabelos normais. Mas como comecei a me exercitar e acho horrível ficar com o cabelo cheirando a suor, eu resolvi usá-los nos dias "pós exercícios" que eu nem ia mais sair de casa (faço exercício a noite).
